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Publicações com a tag: “microagulhamento”

ALOPECIA ANDROGENÉTICA, CALVÍCIE

26/01/2018

CALVÍCIE TEM TRATAMENTO?

por Eduardo Motta

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QUAIS SÃO OS RECURSOS DISPONÍVEIS ATUALMENTE NA TERAPIA CAPILAR PARA TRATAMENTO DE CALVÍCIE?

Olá pessoal,

Vamos iniciar o tema a ser discorrido com uma resposta: Sim, a calvície tem tratamento!!

alopecia androgenética (AAGA), conhecida também como calvície, é uma das causas mais comuns de queda de cabelo. Esse tipo de alopecia (que possui um fator genético e um hormonal envolvidos) pode atingir tanto o sexo masculino quanto o feminino, pois as causas estão associadas à etiologia (origem), com o fator genético sendo o principal, aos receptores androgênicos (porta de entrada nos folículos pilosos para o início do afinamento), e a um aumento da biodisponibilidade de hormônios androgênios (hormônios que acentuam as características masculinas), sendo que este último citado não é uma regra. Leia mais

QUAIS SÃO OS RECURSOS DISPONÍVEIS ATUALMENTE NA TERAPIA CAPILAR PARA TRATAMENTO DE CALVÍCIE?

Olá pessoal,

Vamos iniciar o tema a ser discorrido com uma resposta: Sim, a calvície tem tratamento!!

alopecia androgenética (AAGA), conhecida também como calvície, é uma das causas mais comuns de queda de cabelo. Esse tipo de alopecia (que possui um fator genético e um hormonal envolvidos) pode atingir tanto o sexo masculino quanto o feminino, pois as causas estão associadas à etiologia (origem), com o fator genético sendo o principal, aos receptores androgênicos (porta de entrada nos folículos pilosos para o início do afinamento), e a um aumento da biodisponibilidade de hormônios androgênios (hormônios que acentuam as características masculinas), sendo que este último citado não é uma regra. Leia mais

IAT, ABT, TRICOLOGIA, TRICOLOGISTA

10/11/2017

NOVIDADES E TENDÊNCIAS NOS TRATAMENTOS CAPILARES

por Drª Anaflávia Oliveira

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A TRICOLOGIA E O CONGRESSO INTERNACIONAL DE TRICOLOGIA E CIÊNCIA COSMÉTICA (IAT)

Este mês de outubro, aconteceu o IV Congresso Internacional de Tricologia e Ciência Cosmética em São Paulo realizado pela International of Association of Trichologists (IAT) e organizado pela Academia Brasileira de Tricologia (ABT). Alguns pacientes da clínica, vendo nossa movimentação e animação para os preparativos do congresso, me perguntavam se havia alguma novidade nos tratamentos capilares e, pensando nisso, resolvi escrever alguns textos para mostrar um pouco para vocês sobre o que foi abordado nesses 4 dias intensos. Leia mais

A TRICOLOGIA E O CONGRESSO INTERNACIONAL DE TRICOLOGIA E CIÊNCIA COSMÉTICA (IAT)

Este mês de outubro, aconteceu o IV Congresso Internacional de Tricologia e Ciência Cosmética em São Paulo realizado pela International of Association of Trichologists (IAT) e organizado pela Academia Brasileira de Tricologia (ABT). Alguns pacientes da clínica, vendo nossa movimentação e animação para os preparativos do congresso, me perguntavam se havia alguma novidade nos tratamentos capilares e, pensando nisso, resolvi escrever alguns textos para mostrar um pouco para vocês sobre o que foi abordado nesses 4 dias intensos. Leia mais

22/09/2017

MICROAGULHAMENTO NA TERAPIA CAPILAR

por Magdalena Rios Osuna

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O FOCO SÃO OS FATORES QUE ESTÃO PRESENTES NA FASE DE CRESCIMENTO CAPILAR E O DRUG DELIVERY

Atualmente, a utilização do microagulhemento tem se mostrado uma das técnicas mais requisitadas por profissionais da área da saúde e da beleza por ser um grande diferencial para a atuação em procedimentos e, de certa forma, elevar o nível dos tratamentos terapêuticos, melhorando o tempo de resposta do local a ser estimulado e vislumbrando resultados satisfatórios para o profissional e o cliente – paciente.

Este tema será discorrido com foco na terapia capilar, ou seja, nosso alvo de tratamento é o couro cabeludo, onde o objetivo não é apenas a síntese de colágeno, que colabora com o crescimento do cabelo devido às substâncias liberadas em sua reação de desenvolvimento. O foco são os fatores de crescimento que estão presentes na fase de crescimento capilar (fase anágena) e também o emdrug delivery/em.

Esta técnica consiste em produzir furos minúsculos na pele com objetivo de estimular os fibroblastos, células responsáveis pela produção de colágeno e pela reparação tecidual, sem provocar a desepitelização total da pele. Como é observado nas técnicas ablativas, os riscos e o tempo de recuperação são maiores.

Trata-se de um sistema de microagulhas aplicado à pele com o objetivo de gerar múltiplas micropunturas, longas o suficiente para atingir a derme e desencadear, com a injúria provocada, o estímulo inflamatório que resultaria na produção dos fatores de crescimento para reparar o microcanal desenvolvido com as agulhas.

O microagulhamento é uma técnica que utiliza um aparato composto basicamente de duas partes: um cabo e um rolo de polietileno, denominado de emroller/em. O rolo é cravejado de agulhas que podem variar em número (marcas nacionais e importadas frequentemente apresentam 75, 192, 200 ou 540 agulhas), tamanho (de 0,25 mm a 3 mm), formato e composição. O comprimento das agulhas determina a profundidade em que vão chegar. Entretanto, para isso, precisamos ser éticos e respeitar os limites de cada promissão mediante a legislação da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

As agulhas variam de 0,25mm até 3,0mm, sendo que a esteticista, o terapeuta capilar, está autorizada a utilizar até 0,5 mm… acima de 2,0 mm somente uso médico!

Fisioterapeutas, biomédicos e farmacêuticos podem utilizar agulhas de até 1,5mm, mediante curso específico para capacitar-se dentro da técnica e poder intervir de forma a controlar qualquer reação lateral que esse tamanho de agulha deixa exposto a acontecer. Esses profissionais podem utilizar agulhas maiores se trabalharem em uma clínica com um médico responsável autorizando e acompanhando.

Agulhas menores que 0,5mm são utilizadas somente para permeação de ativos, não trazendo nenhum resultado na produção de colágeno ou fatores de crescimento; somente 0,5 mm e acima que acontece a produção de colágeno.

No rosto, pode-se utilizar a agulha de 0,25mm até 1,5mm e, para o corpo, de 1,0mm até 3,0mm, dependendo da espessura da pele de cada cliente, sendo que acima de 1,0mm é necessário o uso de anestésico tópico, pois a dor pode ser intensa.

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O FOCO SÃO OS FATORES QUE ESTÃO PRESENTES NA FASE DE CRESCIMENTO CAPILAR E O DRUG DELIVERY

Atualmente, a utilização do microagulhemento tem se mostrado uma das técnicas mais requisitadas por profissionais da área da saúde e da beleza por ser um grande diferencial para a atuação em procedimentos e, de certa forma, elevar o nível dos tratamentos terapêuticos, melhorando o tempo de resposta do local a ser estimulado e vislumbrando resultados satisfatórios para o profissional e o cliente – paciente.

Este tema será discorrido com foco na terapia capilar, ou seja, nosso alvo de tratamento é o couro cabeludo, onde o objetivo não é apenas a síntese de colágeno, que colabora com o crescimento do cabelo devido às substâncias liberadas em sua reação de desenvolvimento. O foco são os fatores de crescimento que estão presentes na fase de crescimento capilar (fase anágena) e também o emdrug delivery/em.

Esta técnica consiste em produzir furos minúsculos na pele com objetivo de estimular os fibroblastos, células responsáveis pela produção de colágeno e pela reparação tecidual, sem provocar a desepitelização total da pele. Como é observado nas técnicas ablativas, os riscos e o tempo de recuperação são maiores.

Trata-se de um sistema de microagulhas aplicado à pele com o objetivo de gerar múltiplas micropunturas, longas o suficiente para atingir a derme e desencadear, com a injúria provocada, o estímulo inflamatório que resultaria na produção dos fatores de crescimento para reparar o microcanal desenvolvido com as agulhas.

O microagulhamento é uma técnica que utiliza um aparato composto basicamente de duas partes: um cabo e um rolo de polietileno, denominado de emroller/em. O rolo é cravejado de agulhas que podem variar em número (marcas nacionais e importadas frequentemente apresentam 75, 192, 200 ou 540 agulhas), tamanho (de 0,25 mm a 3 mm), formato e composição. O comprimento das agulhas determina a profundidade em que vão chegar. Entretanto, para isso, precisamos ser éticos e respeitar os limites de cada promissão mediante a legislação da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

As agulhas variam de 0,25mm até 3,0mm, sendo que a esteticista, o terapeuta capilar, está autorizada a utilizar até 0,5 mm… acima de 2,0 mm somente uso médico!

Fisioterapeutas, biomédicos e farmacêuticos podem utilizar agulhas de até 1,5mm, mediante curso específico para capacitar-se dentro da técnica e poder intervir de forma a controlar qualquer reação lateral que esse tamanho de agulha deixa exposto a acontecer. Esses profissionais podem utilizar agulhas maiores se trabalharem em uma clínica com um médico responsável autorizando e acompanhando.

Agulhas menores que 0,5mm são utilizadas somente para permeação de ativos, não trazendo nenhum resultado na produção de colágeno ou fatores de crescimento; somente 0,5 mm e acima que acontece a produção de colágeno.

No rosto, pode-se utilizar a agulha de 0,25mm até 1,5mm e, para o corpo, de 1,0mm até 3,0mm, dependendo da espessura da pele de cada cliente, sendo que acima de 1,0mm é necessário o uso de anestésico tópico, pois a dor pode ser intensa.

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